A História da evolução anteriormente ao cinema é usada não só pelos os curiosos, mas também na publicidade. A Nike escavou e relembrou Plateau, o qual descobriu a fixação da imagem por uma fração de segundos e criou o ilusório Fenaquistiscópio.
Sua descoberta futuramente possibilitou brinquedos óticos como o zootropo, um cilindro de madeira que na parte de dentro tem diversas fotografias. O cilindro gira, e ao olhar a imagem dentro tem-se a ilusão de movimento contínuo. Tendo o zootropo como inspiração, a Nike mostra o resultado dessa criação em “Corri Senza Freni”.
O cinema, assim como a fotografia, também estava para ser inventado em várias partes do mundo. Inventou-se algo parecido com um filme, o kinetoscopio. Funcionava da seguinte maneira: uma pessoa inseria uma moeda e via um filme passando dentro da máquina, um filme em loop, em que o final está ligado ao início. Geralmente os filmes tinham 30 segundos.
Máquina de costura, rotação, a agulha pulsando o tecido… O que isso vira no cinema? A grifa (pininhos que fazem o negativo rodar dentro da câmera) , foi o que os Irmãos Lumière inventaram, a possibilidade de fazer um filme. Em 1895, transmitiram uma exibição em Paris. Claro que era extremamente simples, apenas uma filmagem de pessoas chegando a uma estação de trem. Em outra filmagem, trabalhadores saem de uma fábrica de chapas fotográficas da família Lumière. Atualmente a rua em que foi gravada a cena é chamada de “Rua do Primeiro Filme”.
O cinema começa com câmera fixa, de 16 quadros por segundo ( hoje usa-se 24), já que a câmera era à manivela. E a duração do filme dependia do tamanho do negativo. Os irmãos Lumière já sabiam fazer cinema colorido pela técnica do techinocolor, em que gastavam mais 3 negativos, cada um de uma cor primária, não obstante usavam apenas preto e branco, já que a técnica só passou a ser viável na década de 30, como em “O Mágico de Oz”.
Inicialmente as filmagens só queriam registrar o movimento, mas tudo mudou com “O regador regado” dos Lumière, primeiro filme com argumento em que há situação forjada dentro da câmera. É tão forjada que um ator só corre até o limite do quadro.
A história do cinema desde o início, é aproveitada por marcas , não só pela Nike, mas como pela Motorola no comercial abaixo, o “Grand Classics” . Isso prova como o repertório pode sugerir ideias não só criativas, mas com conteúdo. Repare no coelhinho Chaplin, Pink Panther e Gladiador no final. Tem até “A Primeira Noite de um Homem”.





