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Nuit.

A Lua sempre foi um satélite visado pelo Homem. Curioso, admirador ou tomado pelo desejo de tê-la em suas mãos. Desde que Neil Armstrong pisou na lua em 69, houve um estardalhaço, e o sentimento de conquista e evolução se espalhou pelo mundo. Assim como o interesse nas suas propriedades e utilidades, de como ela poderia agregar ainda mais para nós.

Convenhamos que a Lua agrega mesmo é com sua beleza. Basta ir até o campo, ou uma praia longe da civilização, para ver como ela realmente ilumina. O fotógrafo Laurent Laveder, conhecedor e admirador, clicou diversas imagens que mostram as pessoas interagindo de diversas maneiras com o satélite mais apreciado pelo ser humano.

Suas imagens compõe uma série, nomeada de Moon Games. O fotógrafo profissional e jornalista científico, capturou cenas de um ângulo específico, dando a sensação de que a Lua está realmente ao alcance das mãos do Homem. Manipulando, brincando ou desenvolvendo utilidades para o satélite.

Não é à toa que suas fotos são tão incríveis, Laurent é especialista em capturar imagens do céu. Está entre os 30 melhores astrofotógrafos do planeta, reunidos no The World At Night. Vale dar um olhada no seu site, e se deparar com suas fotos diversas, lá fica visível que as fotos exuberantes mesmo, são as noturnas.

 

Há quem veja a lua sorrir.

Gotta share !

É impressionante como o Improv Everywhere prende a atenção das pessoas e gera mídia espontânea! Mesmo no meio de uma palestra, que muitas vezes pode ser muito tediosa, deu um “up” na platéia. O musical ocorreu na palestra da Gel Conference,  e tratou de um tema em pauta em quase todas as conversas hoje em dia, a comunicação nas redes sociais. O palestrante pediu para desligarem a comunicação via internet, para não haver troca de informações durante a palestra. Até que uma pessoa da platéia intervem… mostrando como as redes sociais fazem parte da vida das pessoas.

“I’ve got to be online, all the time”

“I’m twitting while i’m eating.”

Agora estamos na fase do “gotta share”, mas o que está por vir ?

Por aí…

Até que enfim, houve uma ação mais “cool” em São Paulo. Vários notebooks foram largados em lugares estratégicos de São Paulo. Isso serviu para propagar o Internet Explorer 9, que vinha instalado no aparelho.  Segundo a Microsoft, ela não pediu nada para ninguém. Mas, deixar um laptop jogado é pedir pra alguém levar para casa. Como um motoqueiro malandro fez no vídeo abaixo.

A Microsoft tentou sair do conservadorismo, e fazer uma ação mais inusitada. Mas, compare os navegadores: Safari, Chrome, Firefox… Internet Explorer 9. O mecanismo fez sentido com o posicionamento da marca?

Problema resolvido.

Não há nada pior do que um consumidor insatisfeito, mesmo na China onde redes sociais não são permitidas, nem mesmo para acalmar os nervos. Um chinês proprietário de um Lamborghini Gallardo, não aguentava mais o defeito de seu carro, o qual não era consertado pela concessionária.(Realmente, todos já tiveram pelo menos um início de uma crise de nervos por uma empresa.)

Cansado, o dono do Lamborghini decidiu destruí-lo com marretadas em plena praça pública. Na verdade, ele contratou pessoas para destruí-lo, o que muitos fariam de graça. Quem pode, pode. A imprensa cobriu a destruição, que com certeza teve muito mais alcance do que teria se ele xingasse muito no Twitter.

Segundo a Lamborghini, o problema tinha sido resolvido e a destruição do carro aconteceu por razões desconhecidas. Para o milionário furioso, o problema só foi resolvido depois de descontar toda a sua raiva no carro, já que havia repassado o problema até para o CEO Stephen Winkelmann.

Girl-next-door drinks tap water.

Por que não aproveitar o fanatismo por artistas? Há quem está disposto a gastar com qualquer apetrecho relacionado com seu ídolo. Um projeto chamado de “Celebrity Tap” é uma parceria entre a Unicef e celebridades da nata de Rihanna, Swift, Selena e Renier, para vender garrafas de água personalizadas, por 5 dólares!

Aproveitaram do modismo das garrafas para arrecadar dinheiro para o projeto “Tap Project” da Unicef, que pretende melhorar o acesso a água potável em comunidades carentes e sensibilizar a todos com o fato de que 9oo milhões de pessoas de todo o mundo não tem acesso à agua potável. Para os realmente sensibilizados, no site do projeto há a possibilidade de fazer doações ou ser um voluntário. Já a propaganda da parceria, dá sede mesmo.

Impressionante como o marketing chega no terceiro setor, e os artistas também aproveitam para polir a sua imagem. No final, todos saem ganhando.

 

All in, made in China.

Depois de ” Impossible is Nothing” , a Adidas lança sua maior campanha, com 3 linhas juntas pela primeira vez ! Foca os esportes, a moda casual, culturas e estilos de vida diferentes. Ok, a Adidas quer atingir a tudo e a todos com a sua diversificação. Talvez queira um Adidas’s lifestyle, o que não deve ser o que aparece na campanha, quando um skatista pula de um lugar alto, até cair em uma piscina com um skate, Jackass. Para atingir o público “teen”, tem até briga entre mascotes.

A propaganda começa com um atleta correndo, usando um moletom Adidas. Logo aparece a Katy Perry, usando moda casual e uma cara, digamos que de mau. Uma música de suspense segue com imagens de tensão,  mostrando momentos antes de começar um jogo. Com certeza, ataca o emocional de quem está assistindo. O Messi aparece na concentração. Logo, o David Beckham aparece provando um tênis. Por que escolheram um tênis e não uma chuteira? Talvez para relacionar mais a Adidas, não só com chuteiras pelos fanáticos por futebol, já que é uma campanha ” All in”.

Após o momento tenso, a torcida vibra, assim como os jogadores. Cenas marcantes como gritos de guerra, entrada no campo triunfal e vitórias seguem com entusiasmo. Entre os esportes da propaganda, estão os esportes radicais, como manobras de skate e bicleta. Até mesmo o atletismo, o boxe, basquete, dança e rugby ( ALL BLACKS ! ).

A música também está presente na forma de rap e música eletrônica, já a trilha sonora é “Civilization”, do Justice. Enfim, tem de tudo, entre cheerleader e graffiti. A propaganda foi adapatada no brasil pela ID/TDWA e Lew Lara/ TBWA, e criada pela Sid Lee em Montreal.

A campanha usará a internet, e o Facebook como aliado dessa ação, com atualizações e competições. Nunca vi uma página de campanha em rede social que se espalhasse muito entre os usuários ou fosse viral, convenhamos que o que mais deu certo foi o ilustre e ressuscitado neste momento… Farmville.

blanka, mehdi, may, jeremy, rokko, beckham, b.o.b, rose, katy, messi are all in.

Quem deveria ser star?

O maior diretor alemão, com certeza é Fritz Lang, famoso pela floresta gigante montada em um estúdio do filme “Metropolis”, em 1927. O filme dialoga com as vanguardas,  pela metáfora dos capitalistas em cima da terra, e os trabalhadores  abaixo. As máquinas aparecem como forma de cíitica à mecanização do trabalho humano, a teoria do modernismo. E também há influencia marxista, pela luta de classes.

Para mostrar isso subjetivamente, a imagem é simétrica e geométrica .Porém, o filme fracassou devido ao cinema falado iniciado com “O cantor de Jazz”, com a canção “Many”, filme lançado no mesmo ano. Mesmo com o modernismo na arte, e técnicas como o espelhamento, prova-se que nesse caso a novidade superou a qualidade do filme de Lang. Além do seu filme marcante, o diretor mostrou bom caráter, ao ser convidado pelo Hitler para fazer um filme nazista e recusado. Fugiu para a França e futuramente foi para o Estados Unidos.

A partir de “O Cantor de Jazz”, a página virou, agora os atores tinham que ter uma boa voz, cantar, dançar. Por isso nasceu o star system, sistema de estrelas do cinema. A fama foi se desenvolvendo ao longo do tempo, e foi confirmada pelo filme “Cantando na Chuva”, em que a atriz principal foi dublada, pela sua voz insuficiente, apenas por ser famosa permaneceu com o papel.

É essencial filmes que transmitam críticas de forma artística. Outro filme que transmite pontos importantes além de Metropolis, é o Blade Runner (1982),dirigido por Ridley Scott. O filme fala sobre a globalização e a invasão chinesa. A trilha no teclado é eletrônica e há muito neon. Sempre que há neon no filme, já desconfia-se que é dos anos 80.

O tema principal de Blade Runner são os andróides, os quais estavam se rebelando. Mas a moral transmitida é mais do que social, é sobre o homem, que mesmo com tantas escolhas tem que fazer tudo dentro de um prazo. Por que morremos? A ansiedade está em todos, é o homem com ele mesmo. Impressionante transmitir algo de maneira tão abstrata em um filme, já que essa é uma questão a qual todos os humanos se deparam.

Entre filmes atrativos ao público, há: os famosos “água com açúcar”  e os que transmitem recados significantes. Porém nem sempre os que transmitem ideias e criticas, recebem a devida importância do público. Filme certo na hora errada. Nesse caso, a novidade venceu, Metropolis.

Lumière pop.

A História da evolução anteriormente ao cinema é usada não só pelos os curiosos, mas também na publicidade. A Nike escavou e relembrou Plateau, o qual descobriu a fixação da imagem por uma fração de segundos e criou o ilusório Fenaquistiscópio.

Sua descoberta futuramente possibilitou brinquedos óticos como o zootropo, um cilindro de madeira que na parte de dentro tem diversas fotografias. O cilindro gira, e ao olhar a imagem dentro tem-se a ilusão de movimento contínuo. Tendo o zootropo como inspiração, a Nike mostra o resultado dessa criação em “Corri Senza Freni”.

O cinema, assim como a fotografia, também estava para ser inventado em várias partes do mundo. Inventou-se algo parecido com um filme, o kinetoscopio. Funcionava da seguinte maneira: uma pessoa inseria uma moeda e via um filme passando dentro da máquina, um filme em loop, em que o final está ligado ao início. Geralmente os filmes tinham 30 segundos.

Máquina de costura, rotação, a agulha pulsando o tecido… O que isso vira no cinema? A grifa (pininhos que fazem o negativo rodar dentro da câmera) , foi o que os Irmãos Lumière inventaram, a possibilidade de fazer um filme. Em 1895, transmitiram uma exibição em Paris. Claro que era extremamente simples, apenas uma filmagem de pessoas chegando a uma estação de trem. Em outra filmagem, trabalhadores saem de uma fábrica de chapas fotográficas da família Lumière. Atualmente a rua em que foi gravada a cena é chamada de “Rua do Primeiro Filme”.

O cinema começa com câmera fixa, de 16 quadros por segundo ( hoje usa-se 24), já que a câmera era à manivela. E a duração do filme dependia do tamanho do negativo. Os irmãos Lumière já sabiam fazer cinema colorido pela técnica do techinocolor, em que gastavam mais 3 negativos, cada um de uma cor primária, não obstante usavam apenas preto e branco, já que a técnica só passou a ser viável na década de 30, como em “O Mágico de Oz”.

Inicialmente as filmagens só queriam registrar o movimento, mas tudo mudou com “O regador regado” dos Lumière, primeiro filme com argumento em que há situação forjada dentro da câmera. É tão forjada que um ator só corre até o limite do quadro.

A história do cinema desde o início, é aproveitada por marcas , não só pela Nike, mas como pela Motorola no comercial abaixo, o “Grand Classics” . Isso prova como o repertório pode sugerir ideias não só criativas, mas com conteúdo. Repare no coelhinho Chaplin, Pink Panther e Gladiador no final. Tem até “A Primeira Noite de um Homem”.

Google Graffiti

Finalmente tecnologia está a favor da arte urbana. Um projeto foi feito pela agência Loducca, uma galeria de graffiti ao redor do mundo com obras tendo a possibilidade de serem adicionadas por qualquer pessoa. Para isso, basta achar o graffiti desejado através Google Street, achar o melhor ângulo e colocar informações básicas sobre o trabalho.

A lista de artistas já inclui Bansky,

Os Gêmeos

e Keith Harring como os mais citados.

Há 154 trabalhos do Brasil já gravados no site: http://www.streetartview.com/.

Outros projetos bacanas da Red Bull é um festival para músicos que tocam em metrôs e a tranformação de um prédio antigo em uma moderna galeria de arte. O vídeo abaixo é do evento Red Bull Metro Ride em Budapeste.

Al Matisse.

O incrível Al Pacino será o protagonista do filme “Masterpiece” que contará a estória entre Henri Matisse e Monique Bourgeois. A direção será da indiana Deepa Mehta. O nome deve ter sido inspirado no fato de que Matisse considera a Capela do Rosário, em Vence, sua obra-prima e o resultado da sua vida profissional.

Retrato de Matisse feito por Derain, companheiros de trabalho desde 1904.

A pedido de Monique, Matisse deixo Nice e passou 4 anos deixando sua arte na capela, dentro de um convento. Na época em que decorou a capela, não podia nem ficar em pé e se deslocava com uma cadeira de rodas. Azulejo por azulejo ,em frente aos vitrais,compõe a imagem da Nossa Senhora segurando o Menino Jesus.

Mas, o espetáculo acontece as 11h, na hora a missa. O sol incide pelos vitrais, e a parede anteriormente branca, se ilumina de azul, amarelo e verde, cores que são marca de Matisse. Provavelmente, as cores do sul da França são uma boa influência.

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